Seus desígnios são insondáveis...
Mistérios e volúpias – ardentes desejos...
Vibrantes e mornos – doces beijos...
Úmidos... embriagantes... inimagináveis.
Labaredas flamejantes... ritmos frágeis
Segredos murmurantes... serenos lampejos
Que aos ouvidos chegam, com anseios
E rugidos de um tigre selvagem.
No ar... ao som de uma sublime sinfonia
Nos embalos de Chopin, perfeita harmonia!
Deleitosos, os amantes temem adormecer.
Derrama Baco nos amantes o seu vinho,
Corpos dispersos no mais fino linho
Astros em fogo saúdam o alvorecer...
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