Esplende o sol. O Ipiranga desliza
E nele se reflete o azul sereno,
Lindo, sonoro, a desdobrar-se ameno
De luz e de beleza se matiza.
Independência ou Morte! Concretiza
O brado augusto vivo como um treno,
O gesto nobre o decantado aceno
Do monarca que ali se sublimiza.
E o grito vibra além... Há manifestas
Expresões, as mais justas esfrementes,
Num delírio de usos e feitos.
E a grande terra ergue-se na História
Aureolada de estrellas refulgantes
Sente envolverse a sagração da glória
Francisca Clotilde, A Estrella, 1921
E nele se reflete o azul sereno,
Lindo, sonoro, a desdobrar-se ameno
De luz e de beleza se matiza.
Independência ou Morte! Concretiza
O brado augusto vivo como um treno,
O gesto nobre o decantado aceno
Do monarca que ali se sublimiza.
E o grito vibra além... Há manifestas
Expresões, as mais justas esfrementes,
Num delírio de usos e feitos.
E a grande terra ergue-se na História
Aureolada de estrellas refulgantes
Sente envolverse a sagração da glória
Francisca Clotilde, A Estrella, 1921
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