...É proibido não rir dos problemas
...Não lutar pelo que se quer
...Abandonar tudo por medo
...Não transformar sonhos em realidade
...Ter medo da vida e de seus compromissos
...Não viver cada dia como se fosse um último suspiro
Pablo Neruda
"O poema então começa pelos últimos crepúsculos do misticismo, brilhando sobre a vida como a tarde sobre a terra. A poesia puríssima banha com seu reflexo ideal a beleza sensível e nua." (Álvares de Azevedo)
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